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Saiba o que é PET Scan e sua necessidade na medicina

Saiba o que é PET Scan e sua necessidade na medicina

PET Scan, ou PET-CT como também é conhecido, é uma técnica relativamente recente para diagnósticos de câncer e casos similares no organismo. Ele tem representado um grande avanço na medicina, combinando a área nuclear com a radiografia para uma maior precisão de diagnósticos, o que por sua vez leva a maiores possibilidades de resoluções.

 

Mas o quão respeitada e relevada ela é para dentro das instituições de saúde para ser usada de forma corriqueira? Ou quais são seus custos reais para se manterem ativas em um hospital de alta complexidade? De antemão, podemos adiantar que elas são importantes sim, e fundamentais para quadros cardiovasculares e neurodegenerativos.

 

Logo, fazer um investimento de PET Scan adequado, principalmente visando um diferencial no crescimento da instituição, é uma boa saída. Vejamos como ele funciona na prática, e de que maneira tal tipo de recurso pode ser investido.

 

Como funciona o PET?

 

Antes de falarmos do PET scan em si, é importante falarmos do próprio procedimento de PET (Positron Emission Tomography), que possui outras vertentes que se complementam para entregar diagnósticos mais efetivos para seus pacientes. Basicamente, ele é um tipo de diagnóstico por imagem similar aos radiográficos, porém com o foco específico nas alterações corporais em nível celular.

 

Ou mais especificamente, nos processos de metabolismo celular. Para tanto, seus procedimentos avaliam os níveis de glicose nas células, e a partir destas e outras análises minuciosas, é possível analisar a presença de células tumorais.

 

Esse procedimento tem ajudado e muito na identificação de casos de câncer em seus estágios iniciais, o que aumenta as chances cura para os casos. Com o passar dos anos, eles passaram a auxiliar setores como a neurologia e a oncologia, buscando sumariamente disfunções cerebrais e tumores. Hoje um dos melhores métodos para identificar possíveis casos de Alzheimer.

 

Devido a precisão e os cuidados necessários para que sejam inclusos, os métodos PET possuem um alto custo e precisam de instalações específicas para sua aplicação. E obviamente, é necessário profissionais altamente qualificados para tal. Logo, é de praxe que seja necessário uma estrutura de alto escalação para receber o local, como um hospital de alta complexidade, por exemplo.

 

Como funciona o PET scan?

 

O PET Scan é o mais antigo dos métodos dessa categoria. Desenvolvido na Universidade de Washington, em 1973, o método faz o mapeamento celular através da sobreposição de imagens metabólicas em imagens anatômicas, criando um mapa detalhado da região captada, e assim identificando quaisquer anomalias celulares.

 

O método é muito utilizado pelas opções de variação de recursos que ela oferece aos pacientes e médicos, o que é muito importante para trabalhar casos específicos. E mais do que essas variações de ferramentas, os dados podem ser bem detalhados, de acordo com as necessidades dos médicos.

 

Para fazer um PET Scan, o paciente precisa ficar em jejum de 4 a 6 horas. 1 hora antes do exame, o paciente recebe por via oral, ou direto na veia, uma substância radioativa que se conecta diretamente a glicose, para traçar sua incidência no corpo. Por isso o jejum é importante, para evitar alterações nos resultados, e ser ainda mais fácil de expelir essas substâncias depois.

 

O exame em si dura cerca de 30 minutos, em que o corpo é literalmente escaneado dentro de uma câmara, com um aparelho fazendo as capturas de imagem das regiões cobertas pela substância radioativa presente na glicose, que é a responsável basicamente pelo processo de rejuvenescimento e renovação celular. Assim, os pontos em que ela estiver mais presente no corpo serão melhor captados pelos aparelhos.

 

Após concluído, o paciente deve beber água o quanto for possível, para facilitar a exclusão dos compostos radioativos na glicose. E para tranquilizar os pacientes, ele não possui contra-indicações ou riscos reais seguindo as normas de segurança. Contudo, é importante se atentar aos casos de claustrofobia, já que o paciente fica em um local fechado.

 

Investindo no PET Scan

 

Todas as informações acima são muito importantes para considerar o investimento em um setor de PET no seu hospital. Mesmo que já tenha uma boa base de casos bem sucedidos através dele, trata-se de algo de custo muito altos para serem investidos sem um mínimo de planejamento, e mais ainda de estrutura.

 

Ter um PET Scan em sua instituição de saúde conta muito para um certificado de acreditação hospitalar. Porém, antes de conseguir a inclusão do mesmo é preciso avaliar os seguintes aspectos com antecedência.

 

  • Ter uma ala de radiografia que atenda a todas as normas
  • Médicos com experiência na técnica
  • Profissionais assistentes especializados
  • Estrutura de segurança, de materiais descartáveis a equipamentos, direcionados para o setor.

 

Em resumo, é preciso uma estrutura de nível federal para acomodar um setor de PET eficiente e seguro para seus pacientes. Caso contrário, dificilmente o projeto irá para frente.

 

Investir em um PET Scan é um passo muito importante para qualquer instituição de saúde. E para tanto, é preciso se preparar de acordo em seus mínimos detalhes. A MCJ oferece uma consultoria completa para expandir sua instituição de saúde, ao mesmo tempo em que possui soluções práticas para seu crescimento. Não deixe de fazer uma consultoria, e até a próxima!

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Redação MCJ
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