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Como funciona a Telemedicina?

Como funciona a Telemedicina?

A medicina padrão sempre trabalhou com a mesma ideia: o paciente vai ao consultório, é atendido pelo médico, e em casos de dúvidas ou segundas opiniões, este médico vai até outro, ou telefona, ou ainda envia e-mails. Mesmo com a facilidade de videoconferências, esses aspectos não mudaram. Ao menos até a chegada da Telemedicina, e todas as novas possibilidades e facilidades que a categoria oferece.

 

Basicamente, a telemedicina é a aplicação dos meios médicos à distância. Ao contrário do que parece, essa modalidade não é tão nova, já que criada em 1950. O princípio básico, além de uma comunicação mais fácil entre médicos, é a possibilidade de atender pacientes por longas distâncias. E também ao contrário do que parece, realizar tal tipo de procedimento não é tão perigoso ou arriscado. Vai depender da aplicação do mesmo.

 

Hoje em dia, com a praticidade oferecida pela internet e todas as suas tecnologias adjacentes, a telemedicina tem se tornado uma opção viável e cada vez mais eficiente para clínicas e hospitais, e  crucial para quadros de urgência.

 

Vejamos como ela funciona na prática, e como a telemedicina pode de fato adicionar mais profissionalismo e possibilidades para os médicos.

A Telemedicina na prática

 

Como mencionado antes, a telemedicina é uma modalidade da medicina em que o tratamento entre médico e paciente, ou entre profissionais de saúde, é feito à distância. No princípio, ainda na década de 1950, ele funcionava apenas como uma forma mais rápida de esclarecer dúvidas clínicas e oferecer soluções simples para quadros simples de pacientes.

 

Com o passar das décadas, ela foi se tornando cada vez mais viável como uma opção de assistência entre médicos, ao ponto dos dias atuais existirem tantas opções que ela entrou na categoria de eHealth, ou saúde digital.

 

A eHealth, tal como outras iniciativas pautadas na tecnologia, visa explorar o máximo da tecnologia como uma forma de facilitar as formas de atendimento e prestação de dúvidas a população, ao passo que as técnicas clínicas podem se tornar ainda mais eficientes e precisas.

Os tipos de telemedicina atuais

 

Existem diversos tipos de aplicações na telemedicina. Atualmente, algumas se destacam mais tanto pela aceitação popular, como por serem métodos mais assertivos e práticos para a realidade brasileira, que já vamos mostrar mais adiante. Entre as principais atividades aplicadas pela telemedicina, destacamos as seguintes.

Emissão de Laudos

 

Tem crescido gradativamente no Brasil. Basicamente, envolve a realização dos exames por parte do paciente, e o médico, em outro lugar, pode emitir os laudos e diagnóstico, graças a tecnologia de cloud computing, que consegue reunir todas as informações em um único lugar, e o acesso a internet permitir o acesso. Sempre de forma segura em um ambiente controlado.

 

Ainda dentro da emissão de laudos, um outro tipo de exames feitos dentro desse escopo são os exames assistidos. Com o auxílio de um outro profissional de saúde capacitado, um médico pode realizar os exames à distância com o paciente, e os dois profissionais discutirem o que é melhor a se fazer com os diagnósticos. Este também é um tipo de teleassistência, no qual veremos a seguir.

Teleassistência

 

É a aplicação mais conhecida e prática dentro da telemedicina. Além da discussão de casos e diagnósticos entre médicos, as novas opções oferecidas pelas novas tecnologias envolvem atendimentos a idosos que não podem sair de casa, casos arriscados de gravidez, ou pacientes crônicos de forma generalizada. O objetivo sempre envolve encurtar distância, o que para vários casos é crucial.

 

A cirurgia robótica é outro tipo de teleassistência, seja feita por um médico à distância, ou por inteligência artificial. Este é um tópico ainda discutido tanto pela segurança de médicos e pacientes, como a própria veracidade da técnica, mas o fato é que elas existem e são aplicadas em vários países.

e-learning

 

De todos os tipos de aplicações, é a mais simples e direta. Também conhecida como teleducação, e-learning oferece uma série de recursos dinâmicos e multimídia para capacitar novos profissionais de saúde, e atualizar os mais experientes, nos avanços da área.

 

O conceito é muito similar aos cursos online, webinars e palestras ao vivo. Contudo, como se trata de um segmento que exige mais riqueza de detalhes e aplicações mais práticas, todo o formato do e-learning na telemedicina é mais específica. Qualquer profissional que vise o ensino à distância deve ter um bom domínio dessas ferramentas.

A Telemedicina no Brasil

 

Por aqui, a categoria é utilizada desde os anos 90, e hoje sua principal área em desenvolvimento é a de sistemas de prontuários online e bem integrados. Atualmente, é a nossa principal ferramenta dentro dos serviços de telemedicina, integrando as atividades de todo o corpo hospitalar, entre médicos, enfermeiros, gestores e atendentes.

 

Mas não nos resumimos apenas a isso. Enquanto o governo federal tem investido na compra de supercomputadores que ajudem em uma melhor integração do SUS em todos os níveis de cobertura, as iniciativas privadas estão focadas nos outros tipos de serviços, como a emissão de laudos à distância, em que encontra o maior crescimento, e a teleassistência.

 

Ainda há empresas que oferecem serviços tanto de teleducação, como assistência para produção de softwares de gerenciamento de instituições de saúde. A MCJ é uma delas, com sistemas de gestão de clínicas personalizados.

Como investir no segmento?

 

O investimento na telemedicina depende tanto da extensão da sua instituição de saúde como os tipos de serviços que deseja prestar por conta própria ou de forma terceirizada. Enquanto o gerenciamento integrado de um hospital ou clínica diz respeito aos aspectos administrativos, e de certa forma é o investimento básico também, a expansão para outros setores mais intrincados exige toda uma estrutura.

 

Para segmentos que utilizam inteligência artificial, por exemplo, é mais adequado que sejam tanto para laboratórios como hospitais de grande cobertura. Já a teleassistência poderia ser aplicada em hospitais de médio porte e clínicas, desde que possuam o devido treinamento.

 

A telemedicina oferece muitas possibilidades que antes eram quase fantasiosas para a medicina. Cabe aos gestores, e principalmente aos profissionais de saúde, buscarem as alternativas cabíveis para que se faça acontecer. Não deixe de considerar esta grande oportunidade no segmento de saúde no Brasil, e até a próxima!

 

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Redação MCJ
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