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Como é possível Otimizar o Faturamento Hospitalar?

Como é possível Otimizar o Faturamento Hospitalar?

Hospitais e instituições de saúde em geral possuem dois lados que precisam estar bem separados na cabeça dos gestores, para garantir o crescimento e a qualidade dos trabalhos: o aspecto humano, intimamente ligado ao atendimento e cuidados gerais com os pacientes; e o aspecto empresarial, que como qualquer negócio, precisa de atitudes firmes e um planejamento bem direcionado para garantir o crescimento do local.

 

É com esse mindset que otimizar o faturamento hospitalar se torna uma tarefa necessária. E por faturamento, realmente se trata de ganhos, gastos e custos para que mesmo um consultório pequeno seja capaz de se sustentar a médio e longo prazo.

 

Nós já sabemos que a adesão de um sistema de gestão hospitalar é a base tecnológica para que tenha um controle desses aspectos financeiros. Porém, um lado é possuir tais ferramentas; outro lado é saber como utilizá-las e tomar as atitudes cabíveis para o momento.

 

Com isso em mente, vamos oferecer algumas sugestões para que consiga otimizar o faturamento hospitalar sem deixar aspectos importantes de lado na captação de pacientes.

4 Dicas para otimizar o faturamento hospitalar

1. Ter dados bem discriminados para todos os recursos

 

As ferramentas de gestão hospitalar oferecem esses facilitadores, e é muito importante que os responsáveis utilizem esse recurso com o máximo de eficiência a seu favor. O aspecto financeiro de uma instituição de saúde possui diversas minúcias além de um negócio padrão, e que pedem ações mais complexas para evitar buracos orçamentários.

 

Um exemplo bem claro disso está nos tipos de assistências oferecidas pelas operadoras de planos de saúde. Para cada tipo de procedimento, existe uma série de detalhes que precisam ser bem definidos por ambas as partes. A Tabela TISS ajuda nas padronização de informações, para que não haja nenhum desentendimento.

 

É com esses e outros pontos que os gestores precisam se preocupar para garantir a saúde financeira do local de trabalho.

2. Organize referências para cobrança de serviços

 

Os valores aplicados por qualquer instituição de saúde dizem respeito tanto a estrutura que o local oferece, o alcance de público que deseja atingir, e principalmente os patamares que deseja alcançar. Até aí, não se difere em nada de um negócio regular.

 

Contudo, no caso de instituições de saúde, existe uma série de valores tabelados e classificados por órgãos como CBHPM (Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos) tanto para dar referência a médicos e gestores, como evitar custos inflacionários que inviabilizam o acesso a tais recursos.

 

As referências de valores também facilitam aos gestores e analistas das instituições de saúde a encontrarem qualquer tipo de irregularidade no local, seja com eles próprios, seja com as operadoras de planos caso esses custos as envolvam. O objetivo no final, além de repasses claros para as instituições, é ter custos que sejam acessíveis para os pacientes.

3. Estabeleça parcerias sólidas com fornecedores

 

Outro montante orçamentário dentro das faturas hospitalares são com seus materiais e equipamentos. Enquanto o primeiro envolve um custo constante, seja de aquisição como de logística para conservá-los e descartá-los após o uso, o segundo envolve manutenções e cuidados constantes de modo a evitar gastos desnecessários.

 

Quanto aos aspectos estruturais, cabe aos gestores de clínica estabelecerem quais são as melhores formas de garantir segurança e assepsia aos materiais hospitalares. Nos aspectos financeiros, é necessário tanto bom senso como bom tino comercial para trabalhar com fornecedores fiéis em custos e profissionalismo.

 

Parcerias com fornecedores são fundamentais para qualquer instituição de saúde. Elas funcionam tanto como uma garantia de qualidade nos serviços prestados, como também uma possibilidade de crescimento para ambos as categorias.

4. Simplifique processos

 

As sugestões anteriores estão atreladas unicamente aos aspectos técnicos, que envolvem mais os profissionais do setor financeiro e os gestores. Quando isso é bem feito, esses custos são refletidos na resposta dos pacientes aos valores. Logo, para que estes possam contar com a instituição de saúde e serem uma base fiel na otimização de faturamento hospitalar, é importante que seus processos sejam simplificados.

 

Além de sistemas de fidelização de pacientes, que dão um panorama de qual é o real alcance do hospital ou clínica, uma sugestão a seguir é oferecer meios de aumentar o acesso a novos pacientes que precisam de um acompanhamento mais longo, como o Bundled Payments.

 

A ideia, comumente aplicada nos Estados Unidos, oferece um “pacote” fechado que envolve atendimento e exames específicos para quadros diagnosticados pelos médicos. Além de facilitar o acesso aos procedimentos aos pacientes, também oferece outro meio dos gestores saberem como e onde podem investir.

 

Otimizar o faturamento hospitalar exige atenção e análises constantes da instituição de saúde. Com os encaminhamentos bem definidos, o crescimento se torna natural e prático, não exigindo mais dos profissionais além daquilo que eles já fazem. Não deixe de buscar novos patamares ao seu local de trabalho, pois tanto profissionais como pacientes só tem a ganhar. Até a próxima!

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Redação MCJ
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