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Como criar um Gerenciamento de Leitos viável para todos?

Como criar um Gerenciamento de Leitos viável para todos?

O gerenciamento de leitos costuma ser um dos desafios mais complexos por parte dos gestores de instituições de saúde. Entre os aspectos logísticos, financeiros e éticos, todas esses locais precisam ter uma gestão adequada dos leitos presentes, seja para garantir a maior quantidade de atendimento, como a qualidade dos mesmos.

 

E ao contrário do que parece para um leigo ou para um profissional iniciante na área, trabalhar esses aspectos do gerenciamento hospitalar exige planejamento, profissionais capacitados e de excelência, e uma boa análise estrutural para garantir não apenas a qualidade de atendimento, como atingir patamares mais altos para o local. Pense que uma boa gestão de permanência hospitalar pode garantir aquele certificado de acreditação, por exemplo.

 

Vejamos em detalhes como trabalhar esses aspectos, e como conseguir um melhor rendimento para seu hospital. Afinal, trata-se de um ponto essencial para o setor.

Qual é a dificuldade no gerenciamento de leitos?

 

Leitos são uma parte obrigatória para qualquer hospital, com qualquer tipo de cobertura. São eles os principais responsáveis, junto aos atendimentos regulares e consultas médicas, tanto pelo giro de pacientes como referência de atendimento em todos os setores cobertos pela instituição. Logo, é de suma importância que seu gerenciamento seja feito de forma organizada e completa.

 

Não é de se espantar que uma das grandes reclamações de pacientes com hospitais sejam justamente os serviços prestados pelos leitos, e não apenas a eles, como seus acompanhantes também. Nós sabemos que uma das soluções possíveis para estes casos é a implementação de hotelaria hospitalar, mas apenas isso não é suficiente.

 

Entre as dificuldades encaradas pelos médios e grandes hospitais estão a falta de leitos suficientes e bem distribuídos para atender a população; um sistema mais apurado de gerir a movimentação destes leitos; a falta de profissionais tanto de gestão como de conhecimento técnico para atendimento; e principalmente, a falta de conhecimento e aplicação tecnológica.

 

Os sistemas de gestão hospitalar tem sido um grande avanço para instituições de saúde em geral, por justamente trazer mais praticidade e organização para o local como um todo, desde a triagem até o prontuário de cada paciente e médico.  

 

Contudo, leitos são uma questão um pouco mais intrincada, que demanda tanto uma gestão à parte, como recursos tecnológicos que tornem essa gestão mais prática.

As possíveis soluções para o setor

 

Como mencionado antes, existem uma série de atitudes e soluções que podem tornar o gerenciamento de leitos mais prático e eficiente para um hospital. E mais do que apenas implementá-las, é importante traçar metas e criar um planejamento adequado para seu funcionamento, de preferência fora das linhas normais de gestão. Vejamos com mais exatidão quais são essas possíveis soluções.

Faça uma análise completa do setor

 

Dificilmente um sistema para gerenciamento de leitos à parte das demais ferramentas de gestão será efetivo sem uma boa análise do setor. Quanto a esse aspecto, falaremos mais adiante, mas na prática, o objetivo dessa avaliação dos leitos é justamente para aplicar o sistema de gestão de leitos com mais eficiência.

 

Entre os pontos a se aplicar com o sistema de gestão, estão os próprios leitos cujo uso será frequente; os tipos de atendimentos que cada leito atenderá, como pronto atendimento, UTI e pré-natal, por exemplo. os profissionais que cuidarão do setor; e por fim, quais são as prioridade no atendimento.

Avalie o tempo de internação e outros aspectos do setor

 

Como uma parte crucial no faturamento e na qualidade de um hospital, fatores como o tempo de uso por um paciente em um leito, os tipos de cobertura oferecidas pelos planos de saúde, entre outros detalhes relacionados ao tempo de limpeza e liberação dos leitos, bem como os quadros e categorias gerenciadas em cada leito, são alguns dos pontos que os gestores precisam ficar atentos.

 

Ao ter esses dados em mente, será mais fácil aos responsáveis pelo setor como gerenciar e separar de forma prática os leitos dentro de um hospital. E mais do que isso, saber qual é a real capacidade do local em atender a demanda da região.

Saber qual o tipo de cobertura do hospital

 

Para hospitais de médio alcance, por exemplo, os leitos devem ser melhor direcionados para Pronto Atendimento e urgências do que longos períodos de internação, devido a cobertura com que fazem.

 

Já para unidades de grande alcance ou hospitais especializados, os leitos podem ser melhor trabalhados tanto para longos períodos de internação, como ter setores bem delimitados, como recuperação de cirurgias e UTI.

 

Dentre todos os tipos de análise, esta deve ser a primeira pela instituição de saúde. De nada irá adiantar um aparato tecnológico moderno e bem estruturado, se as bases físicas do local não estão de acordo com sua demanda. Tenha isso em mente antes de qualquer investimento.

Invista em um bom sistema de gerenciamento de leitos

 

Com dados estruturais e logísticos bem delineados, aqui está o momento perfeito para investir em um software para gerenciamento de leitos. Na maior parte das vezes, as empresas oferecem esses sistemas em separado das ferramentas de gestão hospitalar, justamente por saber destas necessidades.

 

Para que esses sistemas funcionem em seu melhor potencial, é muito importante que tenha profissionais capacitados e treinados para utilizar todos os recursos que o software tem a oferecer. E mais do que isso, integrar esses sistemas com os demais setores do hospital, para criar um ambiente favorável em todos os níveis.

 

Com o objetivo de facilitar o gerenciamento de leitos, a MCJ possui sistemas de gestão personalizados, facilmente adaptáveis para esse setor de tanta importância para hospitais e instituições de saúde dos mais variados níveis. Não deixe de investir em ferramentas práticas e intuitivas, para um melhor rendimento de suas atividades hospitalares, e até a próxima!

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Redação MCJ
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